segunda-feira, 17 de novembro de 2008

This is the time of your life, but you just can't tell


I feel like shoutin, and I feel like shutting... There is no one to tell when something inside of you is lost... And I just don't know... Where to begin, or how to say it...


I just wish I felt nothing at all.

Loneliness is silent, but the windows are open.... Still, there is so much to figure it out. And there are things unsaid, burning in my throat, things I just can not say because there's too much to loose. But confusion is not a choice, it's just a state of mind.

And I wish I felt nothing.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Niilismo


Por que sou sempre obrigada a escolher?


Por que meu maior desejo deve ser uma vida confortável?


Vivo com medo. Medo de errar, medo de desapontar certas pessoas. Medo. De viver a minha própria vida. De arcar com as consequências dos meus atos. Medo de ser uma pessoa ruim.


Por isso, não faço que quero. Mas aí posso culpar a própria vida por isso. Não vou ter de lidar com o fato de que a culpa é minha. Afinal de contas, não há nada que eu possa fazer quando a vontade é de Deus, do Diabo, do Governo ou do vizinho.


A vida é muito mais fácil quando a culpa é dos outros.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Hamletando...

E se eu fosse o que eu não sou, qual seria a questão? E se o tudo não fosse nada? E se o relativo fosse realmente relativo, e a gente nunca dissesse nunca??? E se o ontem fosse porta para o amanhã, e a gente risse pra dentro, e não pra fora???
E se os olhos não vissem, e a saudade não batesse?

Valeria a pena?

Ou seria só mais um dia?

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Pseudo-intelectual


Psicodelia alucinada

Na cabeça uma frase gravada

Mal da inteligência condicionada

Fantoches de uma sociedad desenganada

Filhos de uma prisão

Solitários brinquedos no chão

E somos o futuro da nação


Prensada em pensamentos

Mais vazia do que finjo ser

Atrás de um ideal

Que não me importa saber o seu porquê

Bela cultura forjada

Fruto de uma mente estacionada

Somos o que fingimos ser?


Microscópicas luzes em meu rosto

Você não é nada

Nem nunca vai ser

Tudo bem, não pretendia ser nada mesmo

Me conformo com apenas enlouquecer

domingo, 21 de setembro de 2008

Primogênito


Eu sou aquela. Aquela que não olha pro lado, mas sabe que está lá. Aquela que sabe exatamente o que está errado, e não procura consertar. Eu sou aquela que escreve. Aquela que sente. A que está sempre presente. Mas nunca a protagonista. Me falta coragem. Me falta encanto. Me falta força.


Outro dia, procurei minha essência. Não estava lá. Acho que a perdi. Num boteco, numa esquina, em mais uma ferida. Agora sou múltipla. Não aquela que se multiplica, mas aquela que se subtrai. Ainda sim, múltipla. Milhares de átomos. Indagações. Eu não escolhi a vida. Tampouco ela me escolheu.


E agora?


(e que vá tudo para o inferno)